sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011


 
UnB – UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
 CEEI - CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO INFANTIL
HISTÓRIA DA INFÂNCIA E POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL
PROFESSORA: MAYSA BARRETO ORNELAS
ALUNA: Mônica da Silva Alves
Esse blog tem o objetivo de refletir sobre as políticas públicas para a educação infantil no Brasil, bem como sobre a história da educação infantil. Aqui estarão postados textos e reflexões da disciplina História da Infância e Políticas de Educação Infantil no Brasil.

MEMORIAL
MINHA HISTÓRIA COM A EDUCAÇÃO INFANTIL

       A   minha vida escolar não teve um início com características típicas da educação infantil; o que não a tornou menos interessante ou significativa.
       Lembro-me bem do anseio para ir à escola, mas, primeiro, não havia Jardim de Infância acessível na minha cidade; segundo, a escola onde eu estudaria anos depois, não aceitava crianças abaixo de sete anos.
       Mas, conforme prometido pela minha mãe, certo dia, saí de casa rumo à escola, no turno  vespertino, debaixo de um sol muito quente, pastinha na mão, com "ABC", caderno, lápis e borracha...nem apontador eu tinha; eu já levava o lápis apontado. A escola era na casa de uma das amigas da minha família. A casa da professora, onde ficava a escola, era  grande e, em uma sala grande, havia uma mesa comprida com bancos e lá ficavam os alunos. Não havia um livro específico; alguns levavam cartilha e outros, o ABC, como eu.
         Aquele primeiro dia, foi marcante e parece que sinto até o vento soprando os meus cabelos longos, pelo caminho. O entusiasmo era grande: o meu desejo de desvendar o segredo das letrinhas era um sonho antigo. Lá havia muitas atividades de escrita e até tarefas para casa. Com essas lições do ABC, aprendi vários traçados de letras, bem como a juntá-las formando palavras.
           No ABC não havia figuras. Apenas na capa havia uma gravura com duas crianças uniformizadas, com o material escolar nas mãos. Mas eu nem me importava com isso; eu queria era aprender a ler...e aprendi.
            No ano seguinte fui para o 1º ano forte, lendo, escrevendo e registrando os números até 100 e ainda sabia fazer continhas. Aprendi tudo isso nessa escolinha improvisada, com uma professora dedicada e com a ajuda da minha mãe.
             O entendimento da época era de que Jardim de Infância era só pra brincar e colorir.
             Como professora, nunca atendi a turmas de educação infantil, mas em 1999 tive uma experiência singular: eu tinha duas turmas e uma delas era formada por 70% de crianças completando seis anos e o restante com uma faixa etária entre 8 e 12 anos. Mas, apesar de haver crianças de 6 anos, a turma era de 1ª série.
                Foi  um desafio, mas acho que só percebi isso depois, e, dessa forma, sem saber o quanto era difícil ( os recursos disponíveis eram limitados, a turma era grande, as cadeiras inadequadas para os pequeninos), trabalhei de forma tranquila e consegui alfabetizá-los.
               Atualmente trabalho com uma turma de alfabetização e, estou procurando rever meus conceitos, reestruturar a minha prática pedagógia e inovar. E isso se deve às leituras e discussões do Curso de Especialização em Educação Infantil.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

PERGUNTA BASEADA NO TEXTO "HISTÓRIAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL BRASILEIRA" de "Moysés Kuhlmann Jr."

QUAL É A RELAÇÃO ENTRE A OFERTA DE CRECHES COM AS IDÉIAS SOCIALISTAS X CAPITALISTAS?

De acordo com o texto, os pobres passaram a perceber a sua condição desfavorecida, à margem dos benefícios do milagre econômico; portanto, havia agora a necessidade de dar, de alguma forma, uma fatia do "bolo". Se isso não ocorresse, a população de baixa renda, seria um alvo fácil para as idéias comunistas.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

HISTÓRIAS DA INFÂNCIA E POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL

1. O QUE EU QUERO DESSA DISCIPLINA?
Quero refletir sobre aspectos diversos relativos às políticas públicas para a educação infantil, antes imperceptíveis para mim.

2. O QUE ESSA DISCIPLINA PODE ESPERAR DE MIM?

Essa disciplina pode esperar de mim, dedicação, curiosidade e esforço para fazer o melhor.



3. O QUE VOCÊ ENTENDE POR INFÂNCIA E POR CRIANÇA?

Infância compreende uma fase da vida em que há uma dependência do mundo adulto e, também uma compreensão diferente das situações cotidianas.

Criança consiste em encontrar-se no início da vida, mesmo que tenha vivenciado fatos mais frequentes na vida adulta.


4. OS CONCEITOS DE INFÂNCIA E CRIANÇA SIGNIFICAM A MESMA COISA? JUSTIFIQUE.

Depende da cultura. Há povos onde a criança é vista como um adulto em estatura menor e não vivencia a infância como uma fase típica de uma criança; pois desde muito pequena participa das atividades adultas.


5. A INFÂNCIA REALMENTE EXISTE OU É UMA CRIAÇÃO NOSSA?

Existe, pois nenhum ser humano nasce  com comportamento de adulto, pensamento de adulto, por mais que se ressalte o quanto  seja amadurecida.



6. DEFINA POLÍTICAS PÚBLICAS EM EDUCAÇÃO INFANTIL.

São ações governamentais, com objetivos definidos com verbas públicas.


7. TODAS AS CRIANÇAS VIVEM A INFÂNCIA DA MESMA FORMA?

De forma alguma, pois depende do contexto social e cultural de cada criança.

8. REGISTRE O QUE VOCÊ PENSA SOBRE CRIANÇA E INFÂNCIA.
Criança, ser humano em uma fase de descobertas, de curiosidade e de crescimento, tanto físico como emocional. E infância: uma fase da vida em que a percepção sobre os fatos pode diferir dos adultos, visto que os seus desejos são relativos ao seu ambiente mais próximo, bem como aos seus desejos imediatos.